quinta-feira, 20 de julho de 2017

A ansiedade e eu, uma história real.

Veio uma onda de calmaria e então o caos... A Ansiedade tomou conta e jogou tudo pela casa. Eu não sei porque ainda me iludo que ela vai embora e me dá férias já que ela sempre volta, fica na espreita, esperando um momento oportuno para dar o bote.



Quando ela chega não tem pra ninguém, me rouba a respiração, coloca meu coração a bater de forma acelerada e me faz acreditar que eu vou morrer. SIM, a sensação é de que vou morrer a qualquer momento, ela faz com que viver seja dolorido. E não preciso de nada muito sério para trazer essa antiga conhecida para meu ombro, qualquer coisa pode ser um gatilho... Uma discussão com alguém, um evento importante, uma decisão a tomar ou até mesmo a falta do que fazer... Tudo está bem e de repente não está mais.

Os últimos meses foram marcados por uma sucessão de crises. Hoje, apesar de eu ainda ter dificuldades para levar tudo isso para a terapia, já consegui alguns avanços e algumas vezes já consigo identificar a crise e trabalhar com ela para fazer alguns dos efeitos cessarem, porque honestamente eu já achei que ia morrer por causa de uma apresentação. Eu sentia que não conseguia respirar e até hoje não sei dizer se de fato eu não estava respirando. O problema é que a minha ansiedade faz com que eu continue sabotando a terapia e fugindo de certos assuntos. Meu esforço hoje é tentar entende-la para então conseguir diminuir os efeitos que ela causa em mim.

A Ansiedade também me dá uma sensação de solidão porque na maioria das vezes as pessoas têm dificuldade de entender o que está acontecendo... Elas não conseguem entender que em algum lugar eu entendo que o mundo não vai acabar porque preciso tomar uma decisão, mas naquele momento minha cabeça e todo o meu corpo estão reagindo como se eu estivesse prestes a enfrentar um apocalipse zumbi. É difícil explicar porque eu estou desmarcando um compromisso, contar que meu corpo está praticamente paralisado e eu não vou me sentir bem na rua... Eu não quero colo, eu não quero ser mimada, eu quero apenas empatia para não me sentir pior, não me sentir culpada pelas coisas que eu sinto, porque muitas vezes essas crises criam um looping bizarro onde eu fico mais ansiosa ainda porque estou ansiosa.

A cabeça fica uma loucura, não descansa porque não consigo parar de pensar, planejar, me preocupar com tudo. Então eu estou constantemente cansada, o que me faz não querer sair, não querer escrever, me deixa sem dormir. Tem dias em que eu só quero ficar deitada, vendo filme, série ou apenas procrastinando enquanto tenho mundos de coisas para fazer, logo eu que sempre fui tão responsável. Estou tentando meditar, ainda estou começando com isso e tem me ajudado para dormir. Baixei um aplicativo ótimo que tem um exercício de meditação para dormir e quando lembro, eu pratico. Além disso ele tem outros recursos que estou conhecendo aos poucos.

Escrever é um refúgio, mas nessas últimas crises eu não tive disposição, tranquilidade e muito menos vontade de vir aqui e escrever sobre nada. Tenho vários posts iniciados que abandonei por dificuldade de conectar as ideias e  e pretendo terminar boa parte deles, mas vai ser em um ritmo lento porque as coisas foram bastante turbulentas e eu ainda estou juntando os pedacinhos para voltar. Não desistam de mim rs. Conversar com vocês é algo que eu aprecio e que me faz bem... Então para ficar claro, o blog não acabou. Ele só ficou esperando eu me sentir bem para voltar.

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Diário de Viagem #2 - O hotel - Disney's All Star Music Resort

Esse post é a continuação da missão quase impossível de contar como foi minha viagem pra Orlando em Setembro do ano passado (é, eu sei que faz um tempão). Se você chegou agora, na parte #1 eu conto sobre meu embarque e a entrevista na imigração.


Finalizamos a última postagem contando sobre como me senti em paz observando a paisagem de Orlando de dentro do Disney's Magical Express. O ônibus que eu peguei passou em alguns hotéis antes de chegar ao meu e quando chegou, eu desembarquei já muito feliz e tentando acreditar que eu estava ali de verdade, ao desembarcar na porta do hotel, um funcionário me entregou minha mala e eu parei ainda um segundo para apreciar aquela entrada LINDA (não tenho foto! haha).

Me hospedei, como contei nesse post aqui, em um resort da Disney, o Disney's All Star Music Resort. Os hotéis "All Star" são do tipo econômicos e são três. O All Star Movies (Inspirado em filmes), o All Star Sports (Adivinhem? Todo inspirado em esportes) e o All Star Music (que tem como tema os ritmos musicais) que foi onde estive hospedada durante 14 dias. Os 3 hotéis são interligados e mais tarde vou explicar porque estou citando isso aqui, ou seja, dá para passar de um para o outro sem precisar passar por portarias ou portões.

Olhei para a grande porta automática, ela abriu e eu entrei e PASMEM: A recepção tem um cheiro muito bom, parece de biscoito (biscoito porque estou falando daqueles assadinhos no forno, caseiros, porque o certo é bolacha, ok? haha), sei lá, mas é incrível e fiquei sentindo falta dele quando cheguei em casa! Fiz o Check in com uma cast member chamada Ashley (que basicamente foi minha primeira conversa em inglês por lá, me saí bem), ela me explicou tudo tudo sobre o plano de refeições, a Magic Band, como pegar o copo do refil de bebidas que eu teria direito, o mapa do hotel, etc. Eu já havia feito check-in online então a passagem pelo balcão foi apenas para concluir os procedimentos.

Esse é o copo lindão que a gente ganha quando tem o plano de refeições e pode usá-lo para tomar a vontade as bebidas na "ilha" da praça de alimentação do hotel. Ele também pode ser comprado separadamente, mas não lembro o preço. E existem outras cores para a tampa. Reparem agora na mesinha do quarto com Mickeys na borda ♥
Sai de lá e fui direto para a lojinha "comprar" meu copo porque eu estava com muita vontade de finalmente experimentar a Cherry Coke que acabou virando minha bebida da viagem, e toda vez que eu tomo ela aqui no Brasil eu lembro do hotel ♥ e da viagem. De lá fui para a praça de alimentação para lavar meu copo e pegar um refri, como tinha almoçado no avião, não quis comer nada, só tomar um refrigerante. EIS QUE OCORRE O PRIMEIRO PERRENGUE/SITUAÇÃO CONSTRANGEDORA NO HOTEL!

Eu estudei inglês de 2011 a 2015, sempre fui bem e considerei meus conhecimentos satisfatórios para os fins aos quais me propus a estudar. Sabia um vocabulário razoável, porém eu nunca na vida tinha aprendido a falar canudo em inglês. Eu lembrava garfo (fork), colher (spoon), faca (knife), guardanapo (napkin), mas canudo era uma palavra desconhecida e eu rodei um tempão pela ilha das bebidas, vi todos os ítens que citei identificados com seus nomes em inglês, mas não vi os canudos... Encontrei uma moça com a filha e tentei apontar para o copo da menina perguntando onde eu conseguia um daqueles, mas a moça não entendia nada e "levou" até uma cast member latina que conseguiu me entender e me mostrou onde eles estavam, então eu pude enfim descobrir que os canudos se chamam:

1. A SUPER cama ♥ / 2. A mesinha fofa com a minha bagunça (tinha acabado de chegar no quarto) / 3. O banheirinho. Antes de entrar no banheiro tinha uma área com a pia e o espelho e também um local onde ficava o cofre, o ferro de passar, secador, essas coisas que não usei, além dos travesseiros e toalhas reserva que as vezes as camareiras deixavam. / 4. O kit fofo maravilhoso de shampoo e sabonete ♥
Depois de encontrar os canudos e apreciar uma cherry coke, fui até o meu quarto, e ao entrar já fiquei assim completamente admirada COM O TAMANHO DAQUELA CAMA! Sério, era enorme, eu estava esperando duas camas, mas só tinha uma e ela era enorme rs. O quarto era uma fofura, tinha uma mesinha com 2 cadeiras, a cama gigante, dois criados mudos, uma espécie de estante com gavetas onde ficava a TV, frigobar, banheiro com a banheira e o chuveiro juntos e a cortininha fofa do box, tinha também secador de cabelo (não uso), ferro de passar roupa (não usei) e o cofre, única coisa ruim foi o fato de ser carpete, mas não há muito o que fazer nesses casos.

Tomei um banho e resolvi que daria uma voltinha para conhecer o hotel. Sai andando sem o mapa, claro e quando me dei conta tinha saído do meu hotel e entrado no All Star Movies e olha, ele é lindo também. Eu sai procurando a área do Toy Story porque a entrada é a porta do quarto do Andy e lá tem o Woody e o Buzz e várias coisas fofas. A área dos 101 Dálmatas também é uma graça. Na boa? Tudo lindo. Mas quando vi, estava com fome e já tinha matado uma parte da minha programação que era ir ao Mercado, decidi ir para Disney Springs (vou fazer um post falando do pouco que vi lá depois, já que fui várias vezes).

Aqui umas fotos que tirei no hotel em um dia que voltei pelo All Star Sports. Esses são alguns dos pavilhões do All Star Music. Eu estava na área do Calipso que era bem próxima à recepção, restaurante, pontos de ônibus.

Peguei o ônibus do hotel para Disney Springs (o ônibus da Disney mesmo) e quando cheguei lá, consegui falar com duas pessoas que conheci aqui antes da viagem, a Gabi e a Ynara, mãe dela e elas estavam passeando e foram me encontrar lá. Andamos um pouquinho e elas tinham um compromisso e foram embora enquanto eu fui tentar comer em um restaurante que tinha lido sobre no Vai Pra Disney, o Earl of Sandwich, porém estava uma fila enoooooorme e eu não tenho paciência para fila para comida, então decidi voltar para comer no hotel.

Comi um hamburguer com fritas (American Burger Fries), peguei uma garrafinha de suco de laranja que na ocasião eu tomei porque cheguei morta de fome sem vontade de ir buscar o copo refil e peguei um Muffin com gotas de chocolate. Eu fiz essa refeição com um crédito de quick service do meu plano de refeições então como vocês verão na nota, paguei por ela ZERO dólares. O crédito de quick me dava direito a um prato principal, uma bebida e uma sobremesa e equivale a uma refeição quick service que é uma refeição rápida, eu peço no balcão, pago no caixa e vou comer, sem serviço de mesa. O meu plano me dava direito a 1 crédito desses por dia de hospedagem, logo, 14 créditos. Além desses eu tinha direito a 14 créditos table service (para restaurantes com serviço de mesa) e 14 snacks (lanchinhos).

Perdoem a foto péssima, mas eu estava com fome e sono! E só tenho essa! hahaha.

Dá pra ver que é muita coisa, comi o lanche porque a fome era pra ele e as batatas também, mas a quantidade é um exagero pra mim. O muffin eu levei pro quarto. Depois disso eu adotei algumas práticas como guardar a bebida e a sobremesa (normalmente fruta ou iogurte) para tomar café da manhã no outro dia, já que a comida por si só já me deixava satisfeita e eu utilizava o copo refil para pegar refrigerante na ilha de bebidas que eu não tenho foto para mostrar!

Encerro por aqui esse post sobre o hotel, embora vou acabar falando dele em uma ou outra postagem e isso vai completando as informações... Sei que vai demorar, mas quero muito escrever tudo aqui porque também vai ser uma forma de eu relembrar e guardar as lembranças da viagem! Caso tenham alguma dúvida, só perguntar nos comentários! ♥

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

domingo, 26 de março de 2017

Uma (nem tão) breve reflexão sobre inteligência

Foto: Pexels
Parei para pensar e pesquisar sobre o significado de inteligência. É uma palavra tão cheia de significados e difícil de explicar porque nos remete sempre para a inteligência acadêmica, a saber fazer as contas mais difíceis, compreender aquele artigo de literatura complexo, falar tudo certinho, etc.

Mas será que ser inteligente se resume a isso? A um diploma de uma boa universidade? A falar fluentemente três idiomas? Dispensar a calculadora para fazer contas? Claro que essas coisas são importantes e fazem parte do que chamamos de ser inteligente, pois são conquistas que a inteligência nos proporciona, mas não é só isso... Acredito que limitar uma coisa tão complexa a alguns sentidos apenas não é muito inteligente, no final das contas.

Sabe quando você está lendo os comentários de alguma notícia e alguém escreveu uma palavra ou todo um comentário errado e um outro alguém foi lá e apontou o erro reduzindo toda a argumentação do outro no erro de gramática, ortografia ou concordância? Essa pessoa acredita que é inteligente, mas não é não, porque ser inteligente não é isso. Se o que foi dito foi compreendido então a comunicação foi eficaz. Uma coisa é a pessoa ser um escritor e escrever errado no próprio livro, ai não é um problema de inteligência, mas de falta de dedicação ao próprio ofício, agora cobrar escrita ou fala impecável no facebook ou em qualquer discussão do dia a dia só para poder dizer ao outro que ele não é inteligente é, no mínimo, mesquinho.

Não quero entrar no mérito das oportunidades, mas de fato algumas pessoas não tiveram as mesmas oportunidades que nós. Eu não falo tudo perfeitamente e muitas vezes deslizo quando estou escrevendo, mas tudo bem, a meta é melhorar sempre, entregar meu melhor, porém nunca vou ser perfeita cem porcento do tempo e em todas as coisas. Algumas vezes você pode achar que é um gênio porque escreve corretamente e o colega está lá montando uma instalação elétrica completa em um prédio e resolvendo diversos "pobremas" daquele trabalho... Dá pra julgar quem é mais inteligente? De forma alguma, afinal existe até uma teoria de que possuímos em proporções diferentes, diversos tipos de inteligência.

Créditos na Imagem
Eu acredito muito nisso, que cada um tem dentro de si formas diferentes de ver o mundo e que isso determina no que seremos melhores. Fico muito triste quando as pessoas agem julgando os outros por não terem alcançado o que elas acreditam ser o sucesso nas áreas que elas acreditam... Possuímos nossa individualidade e por essa razão seremos melhores em determinadas coisas e não tão bons em outras, isso é aptidão. Somos todos inteligêntes à nossa maneira.

Dentro da nossa própria casa somos capazes de perceber isso. Eu sempre gostei de escrever, costumava ser muito boa em matemática (hoje já não sou tanto, mas ok), meu irmão sempre gostou de desenhar e hoje é um artista, meu pai é ótimo nessas coisas de manutenção da casa, do computador, do carro (enquanto eu não acerto nem ligar o ar condicionado do carro) e minha mãe dá show na cozinha! Cada um do seu jeito, as vezes falando uma ou outra coisa errada, somos todos diferentes e ainda assim somos todos muito bons em algo!

De que adianta afinal todos nossos diplomas se os usarmos apenas para diminuir aqueles não conseguiram as mesmas coisas que nós, algumas vezes porque não quiseram e outras porque não tiveram oportunidades. Por que não valorizamos as outras pessoas pelas suas lutas? Pelas suas conquistas? Por que não ter um diploma ou falar errado é uma coisa ruim e que muitas vezes que nos faz zombar dos outros?

E a forma que eu acredito ser universal para demonstrarmos o que aprendemos com toda a nossa inteligência é respeitando as diferenças entre as pessoas, as dificuldades do outro e principalmente incentivando cada um a desenvolver aquilo em que se destaca, aquilo com que se tem afinidade. E se o colega quiser partir para um caminho meio diferente, por que não apoiá-lo também? O seu diploma não te faz dono da verdade, a sua trajetória não tira o mérito de quem andou por caminhos diferentes dos seus!



Este post foi escrito para o Desafio Palavra ou Imagem do grupo Café com Blog, onde eu podia escolher uma palavra e/ou imagem surpresa. Por ser minha primeira vez participando escolhi uma palavra e a minha foi Inteligência. Foi bem interessante poder escrever um texto tendo como inspiração somente uma palavra. Gostei bastante!

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

terça-feira, 7 de março de 2017

Diário de Viagem #1: Embarcando e passando pela Imigração.

Isso vai demorar um bocado para ser finalizado, mas vamos começar do começo, não é?

O meu vôo era de madrugada, eu sairia à 1h45 do dia 03/09 do aeroporto de Guarulhos, então no dia 1 eu já estava pronta para ter chiliques e sofrimentos adiantados (SAUDADE, medo, dramas sem fim!). Foi ai que eu descobri que não tinha 2 ingressos! Que a agência deveria ter me mandado e não mandou, além disso eu havia sido informada que o voucher seria trocado pelo ingresso, tudo errado! Então foi meio desesperador, porque para me ajudar a loja em que comprei havia fechado (SO-COR-RO). Até que me acalmei e liguei no atendimento da empresa para viajantes e eles me enviaram os ingressos. Contando parece bem mais "de boa" do que realmente foi, porque acreditem, eu surtei!

No dia 2 foi tudo meio estranho, eu estava muito feliz porque ia viajar, mas estava com medo porque nunca tinha passado tanto tempo longe de casa e dos meus pais, sem contar que estava indo para outro país sem confiar muito no meu inglês, tudo muito propício para eu ficar nervosa. Aguentei firme o dia todo, inclusive quando me dei conta no almoço que eu não comeria a comida da minha mãe até voltar pro Brasil e isso mexeu muito comigo, de verdade. Então quando eu olhei pro meu cachorro eu quis chorar, porque ele é velhinho e eu sei lá porque senti medo de ele morrer enquanto eu estava fora. SÉRIO, a crise chegou a esse nível.

Fomos todos para o aeroporto, super cedo porque eu estava com medo de chegar atrasada. Sexta feira a noite sempre me preocupa (sim, eu sou ansiosa!), como meu pai não tem o hábito de dirigir em São Paulo pedimos para o meu irmão ir conosco. Fomos eu, meus pais, meu irmão e minha cunhada! Tudo certo no aeroporto, identifiquei o local do Check-in e ficamos esperando, mas como ia demorar muito e meu irmão tinha um compromisso, acabou que quando abriu o check-in meus pais foram se despedir de mim. E TCHARAAAAAAMMMM eu comecei a chorar, tipo MUITO! Todo o medo que era pra eu ter sentido desde quando inventei que ia fazer essa viagem eu estava sentindo naquele momento. Foi tudo muito estranho e meu pai ficou bem preocupado comigo, então tive que explicar que eu estava feliz e eles não tinham com o que se preocupar.

Então eu estava sozinha, com uma mala gigante e uma idéia maluca na cabeça, toda a ansiedade me corroendo e ah, o rosto vermelho e inchado porque eu não conseguia mais parar de chorar. E bem, é por essa razão que eu não tenho fotos no aeroporto, ok? Depois que despachei as malas ainda tinha algum tempo antes de ir para a sala de embarque e resolvi comer alguma coisa, nessa hora um amigo me ligou para desejar boa viagem e adivinha só? Voltei a chorar! Vale ressaltar que na sala de embarque eu fui reconhecida por uma moça como a menina que estava chorando no check-in, a moça achou que eu estava me mudando pro exterior! Que vergonha!

Meu vôo partiu pontualmente, eu nunca tinha estado em um avião tão grande rs. Ja havia voado com a Avianca antes, mas aqui no Brasil mesmo (saudades, Floripa ♥). Acredito que a ficha ainda estava caindo, e bem aos poucos rs. O avião era bem confortável e por ser vôo internacional, os comissários só falavam em espanhol com a gente ou inglês, até ai ok. O primeiro vôo foi em um avião com a configuração 2-4-2 (acho que era isso, não entendo de aviões), então fui sentada na poltrona do corredor de uma das fileiras de 2 cadeiras (eu que escolhi). Ao meu lado foi um rapaz que não falou comigo durante o vôo, mas eu "espiei" o passaporte dele e descobri que era Mexicano. Eu acreditei que serviriam comida no começo do vôo, mas fui enganada. Tentei dormir, mas como não consegui dormir, assisti um filme (Alice através do espelho).

Chegando em Bogotá, onde eu faria uma conexão de aproximadamente 2h30 eu pude enfim andar com tranquilidade porque estava pisando no chão de verdade, razão pela qual agradeci imensamente ter optado por um vôo com conexão! Com a minha bagagem de mão que era uma mochila, eu pude usar um banheiro de verdade e também dar uma voltinha pelo duty free (mas não comprei nada!) e procurar o portão de embarque do próximo vôo. O Aeroporto Internacional El Dorado me pareceu bem grande naquele primeiro momento, mas facilmente eu me encontrei por lá. Pude mandar mensagem para algumas pessoas importantes avisando que estava bem (pelo wi-fi do aeroporto) e também conversar com meu pai rapidinho o que me ajudou a acalmar o coração.

Chegou a hora do segundo vôo e este avião já era um pouco menor. Nessa já era 8 e pouco da manhã (na Colômbia e umas 10 no Brasil). O vôo saiu pontual, mas não sem antes alguém sentar na poltrona errada e a comissária precisar socorrer o pessoal. Ao meu lado viajou um casal de chilenos residentes em Orlando com quem eu conversei quando já estavamos quase chegando, então eles me contaram várias coisas sobre a vida lá em Orlando e depois me acompanharam até a imigração quando chegamos na Terra da Magia. Neste vôo eu preenchi o formulário azul de imigração onde informamos se estamos levando valores altos em dinheiro, comida, etc

O Aeroporto Internacional de Orlando é ENORME e lindo! O vôo chegou uns 30 minutos antes do previsto e fui direto para a Imigração, havia um rapaz direcionando as pessoas para as filas, ao ver que meu formulário estava em português ele me encaminhou para uma fila. O Oficial de Imigração que me atendeu falava espanhol, mas eu não falo (hahaha) então tentei improvisar meu portunhol! Ele me fez várias perguntas e acredito por eu estar sozinha pela primeira vez nos Estados Unidos ele perguntou bastante mesmo e lembram da minha ansiedade? Eu já estava fantasiando uma deportação! Mas no final o Oficial descontraiu um pouco e carimbou meu passaporte e disse a tão esperada frase "Welcome to America". Neste momento eu estava que nem essa galerinha no GIF ai:

Peguei essa imagem aqui

Só que eu ainda não podia usar o telefone, então ninguém sabia disso hahaha. Depois de ser liberada para entrar em solo americano eu fui pegar minhas malas e quando cheguei na esteira minha mala estava me esperando junto com outras malas. Muito legal! Passei então pela Alfândega onde entreguei o formulário azul e então fui andar no aeroporto para encontrar o local onde pegaria o Disney's Magical Express para o hotel.

Sei que peguei um monorail (onde eu liguei o celular e acessei o wi-fi do aeroporto), sei também que há várias lojas no aeroporto porque dei uma olhadinha, mas eu tava tão cansada que nem fiquei muito por lá e também precisei pegar um elevador que foi a parte difícil porque eu não achava um jeito de "chamar" o elevador. Mas não me pergunte a ordem dessas coisas porque estava ainda atordoada e tentando falar com minha família!

Então achei o local de onde saem os ônibus e eu sei que em algum lugar no aeroporto existe uma decoração do Mickey, mas eu não vi (chorando aqui) e não pude tirar foto! Cheguei até a área do transporte e mostrei meu voucher da reserva e fui encaminhada para o ônibus por um Cast Member (funcionário da Disney) muito gentil e que usava um chapéu de comandante!!


O trajeto do Aeroporto até o hotel não levou mais do que 40 minutos e a vista é linda! Eu estava completamente deslumbrada. O ônibus é bem confortável e havia muitas famílias americanas nele, porque cheguei em um final de semana de feriado, na segunda-feira, dia 5 seria o Labor Day, então muitas famílias tiraram o feriado para passear na Disney. Esse portal da Foto é lindo, e há outros pontos onde aparecem outros personagens, mas só tenho essa foto ruim ai!

Para um primeiro post que está absurdamente atrasado, acredito que seja suficiente. No próximo pretendo falar do hotel e como foram minhas primeiras impressões. Talvez misture algumas coisas de outros dias, mas é porque algumas coisas já estão meio embaralhadas na minha cabeça. Essa é uma forma de não esquecer certos detalhes.

Espero que tenham gostado! Me contem o que acharam e o que mais querem saber ai nos comentários! :D




Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

1 ano de Inventando Assunto

Esse mês de fevereiro é o mês em que o blog completa um ciclo, desta vez, o primeiro! A última vez em que escrevi sobre o blog aqui, foi quando completamos 6 meses juntos e de lá pra cá aconteceu tanta coisa!


Falamos sobre relacionamentos, sobre viagemlivros, filmes, séries... Falamos da vida como se fôssemos amigos e isso faz a diferença para mim. Não pretendo ficar famosa com o Inventando Assunto, assim como não estou aqui pelos números. É divertido saber que estou sendo vista, mas é mais gostoso ainda receber comentários, poder interagir com vocês e também poder conhecer outros blogs e quem sabe criar um laço de amizade porque isso é o importante! Esse blog é sobre conexão, sobre conectar pessoas. É para isso que eu estou aqui.

Para mim foi algo que agregou tanto, porque lembra quando eu escrevi aquele post contanto os motivos para um novo blog e disse que não me achava muito boa para as coisas? Eu comecei a tomar alguns pequenos "tapas na cara" quando recebi o retorno de vocês para uma dessas coisas que eu achava que não fazia muito bem: escrever resenhas, seja de livros, filmes e séries, peças de teatro e até mesmo de aplicativos (haha)! Eu AINDA não tentei falar de música por aqui, mas o que me impede, não é?

Não vou trazer números, mas vou trazer uma lista com os posts que eu mais gostei de escrever para quem ainda não leu, ou gostaria de revisitar. Não estão em ordem de preferência, estava navegando no meu arquivo e fiquei bem feliz por lembrar dessas publicações, então para organizar, separei pelo mês onde elas foram publicadas.

FEVEREIRO

Sobre Saltar de Paraquedas - Um dos primeiros posts do blog e onde eu pude contar uma das experiências mais doidas que vivi e que foi absolutamente especial por ter sido realizada ao lado da minha melhor amiga ♥.

MARÇO

Fiz Aniversário! - E diga-se de passagem, logo mais farei de novo rs. Eu tenho uma forma bem minha de enxergar a passagem dos anos e gostei de contar sobre isso aqui.

[Resenha] A Menina Submersa: Memórias - Esse livro me marcou bastante e foi a primeira resenha que escrevi. Foi uma leitura intensa e uma sensação incrível poder escrever sobre ele.

ABRIL

Créditos na imagem.
Mudar de idéia não é um problema. -Sabe aquela coisa que você dizia que odiava em 2010 e agora gosta bastante? Não tem problema assumir! Precisamos ser felizes e aceitarmos nossas escolhas!

As mentiras que nos contam... - Esse texto foi escrito para participar do projeto Escrita Criativa e eu gostei muito de escrevê-lo porque serviu como um desabafo contra todos os padrões de comportamento que tentam nos obrigar a seguir.

MAIO
Esse foi o mês em que mais postei, então teremos mais posts nessa lista.

Vamos para a Disney? - Foi quando eu oficialmente contei aqui sobre a viagem que faria. Sei que ainda estou devendo os posts sobre a viagem, mas esse ano eles saem.

[RESENHA] Estação Onze - Emily St. John Mandel - Mais uma resenha e dessa vez de um livro que se tornou um dos preferidos da vida. Além de ter sido minha primeira leitura no App do Kindle para Android!

Um dia em Silêncio... - Mais um texto do projeto Escrita Criativa onde eu pude de forma bastante pessoal contar como seria bom silenciar minha mente por apenas um dia!

JUNHO

Vamos comprar passagens aéreas? - O planejamento da viagem foi algo muito gostoso de dividir aqui e gostei muito de poder dar dicas para vocês. Esse post sobre passagens aéreas foi bem bacana porque serve para qualquer viagem!

Me perdi.- As vezes a gente se perde e honestamente ainda me sinto um pouco perdida. Escrever sobre isso me ajudou a entender o que estava sentindo.

JULHO

Não cabe a mim mudar as outras pessoas - De todas as lições que aprendi no ano passado essa sem dúvida foi a mais importante e foi com uma gratidão enorme que escrevi sobre isso aqui.

Tchau, tchau cabelão! - Uma das decisões mais libertadoras de 2016, mas o mais importante foi poder contribuir com uma ong que produz perucas para vítimas do câncer através da doação do meu cabelo. Nesse post eu contei como contribuir para este tipo de projeto.

AGOSTO

6 meses de Inventando Assunto! - 6 meses dessa energia boa e experiência incrível de escrever aqui!

SETEMBRO


Eu voltei de Orlando! - O único post do mês e sem dúvida um dos mais esperados do ano todo já que se tratava da realização de um sonho!

NOVEMBRO

101 em 1001: A menina da pele colorida - Contei nesse post um pouco da história de cada uma das minhas tatuagens ♥

DEZEMBRO

101 em 1001: Sobre dirigir sozinha - Porque quando a gente alcança um objetivo da vida a gente precisa compartilhar isso.  Dirigir sozinha foi a vitória DO ANO!

Pode ir, 2016! - 2016 foi um ano movimentado e nada como fazer um balanço anual para entendermos o que podemos levar conosco e o que deixar para trás.

JANEIRO '17

Pode vir, 2017! - A gente termina um ano com o balanço dele e começa um novo com as resoluções e planos... Não poderia ser diferente.

Todas as postagens são importantes, mas quis trazer de volta as que mais gosto. De todas as coisas boas que o blog me trouxe eu posso garantir que além do espaço para compartilhar minha vida eu também ganhei pessoas que por mais que a gente se fale pouquinho através de comentários aqui ou nos seus blogs passaram a fazer parte do meu dia-a-dia, muitas vezes me fazendo lembrar delas ao ver ou ouvir algo que sei que elas gostam!

Apesar de não ter estado por aqui tanto quanto gostaria eu sou muito grata por todo o carinho que recebi aqui no último ano! Que esse que começa agora seja melhor ainda!

MUITO OBRIGADA!

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Inventando na Cozinha #1 - Brownie!

Desde o ano passado eu estou tentando voltar a cozinhar, porém a preguiça vida não têm deixado eu fazer isso. Quando criei a lista de 101 coisas em 1001 dias me propus a postar aqui sobre as receitas que eu fizesse e na minha pequena lista de mudanças para 2017 eu decidi que experimentaria uma receita nova todo mês. Janeiro já falhou, mas fevereiro começou lindão e como estou de folga esses dias decidi cozinhar algo fácil. A Fê do Algumas Observações me deu o empurrão que faltava ao postar a receita de Abobrinha recheada (entrou na minha lista de quero fazer!) então coloquei pra fora a chef que existe em mim e está escondida hahaha e fui pesquisar o que fazer, e assim cheguei ao Brownie que é algo que eu gosto muito e sempre achei que dava um trabalhão danado, mas não dá não!



Essa receita não é minha, eu peguei no site Receitas de Minuto, da Gisele (o site dela é ÓTIMO, juro!). Mas vou postar aqui como foi a MINHA experiência fazendo ele, mesmo por que, se vocês abrirem a página dela verão que ela usa uma forma de 21 x 21 x 3,5 e eu tive que dobrar a minha receita porque não tenho nenhuma forma pequena!

Para a minha receita usei:


2 xícaras de chá de açúcar refinado;
4 colheres de sopa de margarina (usei com sal mesmo, era a que tinha em casa, mas pode ser manteiga também e se tiver sem sal, melhor ainda);
1 xícara de chá de farinha de trigo sem fermento;
1 xícara de chocolate em pó sem açúcar (sabe aquele que a gente conhece como "Chocolate do Padre"? Então, foi esse aí);
2 tabletes de chocolate meio amargo (comprei 2 de 115g, mas acabei comendo alguns pedacinhos, porque era chocolate né?)
4 ovos

Chocolaaate ♥

Como eu fiz?


A primeira coisa que fiz foi colocar o forno para pré-aquecer a 180°C.

Derreti a margarina no microondas (de 30 a 40 segundos), então misturei com os ovos. Fiz na mão mesmo, não sabia se podia usar a batedeira...

Depois eu peneirei o açúcar, a farinha e o chocolate e misturei também até ficar homogêneo.



Então eu derreti o chocolate no microondas, o que eu aprendi a fazer agora também e vou explicar como fiz: coloquei para aquecer por 30 segundos, então tirei para mexer e depois coloquei mais 30 segundos e tirei para mexer de novo. Como ele derreteu na segunda vez não precisei continuar o procedimento, mas li que quando estiver quase tudo derretido e só ficarem umas pelotinhas de chocolate, é para colocar somente 10 segundos e retirar, mexendo novamente.
Atenção: Fica bem quente, então use luvas para tirar do microondas!

Depois de derreter o chocolate, misturei com a massa. Neste ponto, você pode adicionar nozes, amêndoas ou alguma castanha, porém eu não tinha nada disso e não adicionei nada, o que não tem problema também! Depois que misturei o chocolate derretido na massa, transferi para uma forma untada em que passei chocolate (não sei se foi uma boa idéia, mas falo disso depois).


O brownie ficou no forno por 30 minutos e quando tirei, espetei uma faca e ela saiu "praticamente limpa. Mas eu esqueci de tirar foto, então me perdoem! Ele ficou como se tivesse uma casquinha por cima, achei bem bonito. É importante esperar esfriar antes de cortar ou desenformar!


O brownie não deve crescer, então essa altura que ele ficou foi boa, o problema é que ele grudou um pouco na forma! E eu realmente não sei se foi por que coloquei chocolate ao invés de farinha na forma antes de colocar a massa... Fiquei super chateada, mas conversando com uma amiga que já fez brownie ela me recomendou na próxima vez forrar a forma com papel manteiga e untar o papel manteiga antes de colocar a massa por cima... Vou tentar na próxima.

Fica uma delícia com sorvete e como tinha um morango no meu pézinho de morangos aqui, eu aproveitei para dar um toque a mais na sobremesa!

Fiquei bem feliz que consegui fazer uma coisa que gosto depois de tanto tempo e vou tentar mais receitas durante o ano. Vocês gostaram dessa? Querem mais postagens minhas Inventando na Cozinha? Aceito sugestões para os próximos episódios dessa saga!

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

[Para Assistir] 3% - A primeira série brasileira original Netflix

No final do ano passado eu assisti 3%, principalmente por ser a primeira série brasileira original Netflix! Outra razão que me fez assistir foi a divergência nas opiniões dos coleguinhas no Facebook. A série é uma distopia cheia de ação, um pouco de suspense e nos faz discutir ou pelo menos pensar sobre diversas questões sociais/políticas.


Imagem: Divulgação Netflix

A série se passa em um futuro pós apocalíptico onde em um lugar no Brasil, as pessoas vivem em extrema pobreza no chamado Continente. Em algum momento 100 anos antes dos acontecimentos narrados na primeira temporada, um casal fundou um lugar chamado Mar Alto, onde a proposta era que as pessoas pudessem viver sem pobreza, injustiças e que tivessem acesso a recursos avançados de tecnologia, medicina, etc. Um lugar onde todos seriam felizes!

Porém todos esses benefícios não eram para todos. Deste modo, como decidir quem teria direito a desfrutar todas as maravilhas do Mar Alto? Para resolver essa questão foi criado "O Processo", que consiste em uma série de testes aos quais todos os jovens ao completar 20 anos eram sujeitos e dos quais somente 3% seriam selecionados para viver em Mar Alto, onde a partir do momento em que deixassem o continente não poderiam mais ter contato com nenhuma das pessoas que ficassem, incluindo a família e amigos.

Imagem: Divulgação Netflix

Só que nem todo mundo acredita ser justa a forma como as pessoas são divididas em quem merece e quem não merece uma vida melhor, e os que não concordam com isso, formam a organização conhecida como A Causa, que traz o discurso da luta contra injustiças e por igualdade de direitos para todos.

Na primeira temporada somos apresentados a'O Processo e a alguns personagens, onde em cada um dos 8 episódios com cerca de 40 minutos cada, podemos conhecer um pouco da história desses personagens e também temos uma visão d'A Causa.

Os personagens principais nessa temporada são: Ezequiel (João Miguel), Michele (Bianca Comparato), Fernando (Michel Gomes), Rafael (Rodolfo Valente), Joana (Vaneza Oliveira) e Marco (Rafael Lozano), Aline (Viviane Porto) e Júlia (Mel Fronckowiak). Outros personagens também aparecem durante a história, porém sem tanto destaque.

Não dá para falar muito sobre os personagens sem acabar soltando algum spoiler, mas posso adiantar que eles surpreendem do começo ao fim. Todos eles carregam algum segredo ou fardo. Suas motivações são diversas e isso torna tudo mais interessante e embora alguns pontos possam parecer óbvios, algumas reviravoltas acontecem durante a temporada. Vou parar de falar antes que eu conte o que não devo.


Imagem: Divulgação Netflix

A série recebeu algumas críticas negativas em relação à atuação do elenco, porém eu não tenho do que reclamar considerando as condições que os personagens vivem, gostei bastante da forma como os atores transmitiram as emoções necessárias. Considerando a proposta da série, a única coisa que me incomodou um pouco foram as roupas dos habitantes do Continente, mas é detalhe pequeno perto de todas as sensações que a série carrega e nos entrega.

Curiosidades

Uma das coisas que achei divertido foi a criançao de um site onde você pode fazer a entrevista (que é a primeira etapa) para O Processo. Eu fiz 2 vezes haha, na primeira tentativa eu não passei. Já na segunda consegui entrar. Quer tentar também?

A série foi desenvolvida a partir de um piloto produzido em 2009 por Pedro Aguilera, na época estudante de cinema. O piloto foi publicado no YouTube, e dá para perceber algumas semelhanças e diferenças entre ele e a versão produzida pela Netflix que estreou em novembro, inclusive alguns atores da série já apareciam no piloto de 2009.

A série já teve a sua segunda temporada confirmada! YAAAY!

Se você ainda não viu 3%, este aqui é o trailer oficial da série.




Tudo o que posso dizer é que gostei muito da série, tanto porque tenho me interessado nesse tipo de cenário pós apocalípto em que ela se desenvolve, onde o comportamento humano se mostra transformado pelo meio em que ele está exposto, quanto por se tratar de um trabalho nacional em um gênero pouco explorado pelos produtores brasileiros. É uma série para sentar com os amigos e discutir, sabe? Coloca várias questões em pauta e é impossível não se imaginar lá dentro! Enquanto eu assisti (acho que terminei em uns 3 dias), me peguei questionando diversos assuntos e tentei me imaginar na mesma situação que aqueles jovens. Será que é tão simples assim abandonar tudo para partir em busca da promessa de uma vida melhor?

Estou muito ansiosa para assistir a próxima temporada e espero me surpreender ainda mais com a produção.

Vocês já assistiram? O que acharam da série?

Siga também por aqui: Facebook / Bloglovin / Pinterest / Instagram / We ♥ it

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...