quarta-feira, 30 de março de 2016

Por que outro blog, Aline?

Um dia desses me peguei pensando nas razões pelas quais eu criei este blog, o Inventando Assunto, e essas razões são muito importantes para mim e para definir o que vocês encontrarão aqui e quando. Se você leu o primeiro post desse blog ou a página sobre ele, sabe que eu já tive muitos outros blogs no passado e que estava longe da blogosfera há quase quatro anos. Considerei a possibilidade de reativar o Pisando em Nuvens, porém decidi começar do zero. Mas por que esse blog nasceu?


  • Porque eu gosto de escrever e quero melhorar minha escrita também
Imagem daqui

Eu me expresso melhor escrevendo do que falando, o que precisa ser melhorado, mas por enquanto é minha forma de contar quem sou, como sinto, o que vejo. Porém gostar de escrever é uma coisa, escrever bem é outra. Não sou a melhor escritora do mundo, mas escrevo com verdade e gosto do que escrevo, só que ainda enxergo mil coisas que preciso melhorar, pois só melhoramos com a prática. Desde que eu criei meu primeiro blog que nem lembro o nome, em que eu contava que o fulano não tinha conversado comigo naquele dia e isso tinha me deixado triste, eu melhorei muito minha forma de escrever. E desde que eu criei o Inventando Assunto (esse blog puro amor que você está lendo agora), já percebo como melhorei.


  • Para fazer amigos
Sim, conforme o tempo passa alguns leitores se tornam uns queridos e aparecem mais frequentemente, o que faz com que a gente conheça um pouquinho deles também e vice-e-versa. Antes do Pisando em Nuvens eu tive um blog chamado Puffy Dreams e através dele conheci a Sam que se tornou uma super amiga virtual e em 2010 nos conhecemos pessoalmente para em 2014 ela me dar a honra de ser madrinha da filha mais nova dela ! Além da Sam, também tem a Gabi, que é uma querida e que infelizmente não conheci pessoalmente, mas que acompanho até hoje e nos falamos via Facebook e Instagram também.
Essa interação via comentários enriquece as postagens, nos ensina e algumas vezes faz a diferença no nosso dia. Eu sou apaixonada por leitores que comentam. E por blogueiros que respondem os comentários também.


  • Para lidar com a minha ansiedade e problemas com baixa auto-estima e motivação
Mer ♥ - Imagem daqui

Eu sofro com ansiedade e foi algo que descobri há pouco tempo. Isso afeta vários aspectos da minha vida e me fez ficar doente durante praticamente todo o ano passado, mas estou trabalhando para vencer esse monstrinho. Eu tenho a infeliz mania de achar que não sou boa em nada (já que não tenho o talento artístico do meu irmão, não cozinho bem como a minha mãe e muito menos sei consertar coisas como o meu pai, nem andar de bicicleta eu sei), ano passado comecei terapia por razões diversas, e isso tem me ajudado a perceber que na maioria das vezes eu não tinha como saber se eu era boa ou não, porque sequer tinha tentado com medo de não conseguir! Outras vezes eu deixava uma pressão externa se tornar interna para que eu conseguisse algo e isso me consumia por dentro me impedindo de fazer aquilo, como no caso de dirigir.
Eu não sei se sou boa em manter blogs já que nos últimos 13 anos abandonei vários deles, mas talvez era porque eles não me cabiam mais e se eu não tentar de novo, nunca vou saber. Não adianta eu ficar com medo, colocar um milhão de barreiras e deixar de fazer algo que eu, inclusive, me sinto bem fazendo. Minha ansiedade me fez abandonar ou desistir de várias coisas e esse blog é um projeto que eu quero desenvolver, melhorar e amar a cada dia . Assim como a minha lista de 101 coisas em 1001 dias que já foi abandonada uma vez, mas agora em um momento apropriado está fazendo sentido e se realizando. Inclusive até saltei de paraquedas, que era algo que eu achava que podia me matar, mesmo tendo vontade. Além de eu ter conseguido perder o medo de escrever resenhas, como vocês podem ver aqui que era algo que eu achava que não seria capaz de fazer.


  • Para dividir experiências e aprender com outras pessoas
Minha vida não é fantástica. Eu tenho problemas e também tenho dias entediantes como qualquer pessoa normal. Mas ainda assim eu acredito que algumas das coisas que eu vivo, penso, vejo podem ser divididas com outras pessoas. Por isso, esse é um blog pessoal sobre a minha vida. Me fiz o favor de não me limitar a um único assunto para que o blog sobrevivesse. O assunto é minha vida, o que eu penso, o que eu faço e eu quero que de alguma forma, aquela dica do que fazer quando você ficar sem celular, ou aquele texto pessoal contando como eu acredito que  fazer aniversário é fantástico possa fazer a diferença para alguém como muitas vezes uma postagem que eu li fez a diferença na minha.


  • Porque eu quis!
Sim, porque a gente tem que fazer o que quer, o que acredita que faz bem independente se vão nos julgar (mais uma coisa que eu preciso aprender a lidar), se vão ler, se vão comentar... Eu quero visitas, comentários e sugestões? Sim! Mas estou aqui para me divertir e não fazer contas. Eu e o Inventando Assunto ainda estamos nos acostumando um com o outro, provavelmente eu não postarei sempre nos mesmos dias da semana, mesmo porque em um outro momento eu poderei explicar melhor minha rotina que não existe porque eu trabalho em turnos de revezamento, mas eu pretendo sempre passar por aqui e contar aquilo que eu estiver sentindo que deve ser dividido. O blog é meu, mas o espaço é nosso, vamos conversar, você, sua opinião e suas experiências também são importantes. E se você chegou até aqui, espero que venha conversar comigo mais vezes.
Minha vida está passando por muitas transformações, e como contei outro dia, coisas boas estão chegando e eu terei o que contar!

Até mais!

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domingo, 27 de março de 2016

[Resenha] A Menina Submersa: Memórias






Título: A Menina Submersa: Memórias
Título original: The drowning Girl - A memoir
Autora: Caitlín R. Kiernan
Tradução: Ana Resende e Carolina Caires Coelho
Editora: Darkside Books
Ano da minha edição: 2014
Páginas: 320
Avaliação: 5 estrelas

Sinopse: "A Menina Submersa - Memórias" é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do 'real' sobre o 'verdadeiro' e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. Considerado uma 'obra-prima do terror' da nova geração, o romance é repleto de elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, e vencedor do importante Bram Stoker Awards 2013. A autora se aproxima de grandes nomes como Edgar Allan Poe e HP Lovecraft, que enxergaram o terror em um universo simples e trivial - na rua ao lado ou nas plácidas águas escuras do rio que passa perto de casa -, e sabem que o medo real nos habita. O romance evoca também as obras de Lewis Carrol, Emily Dickinson e a Ofélia, de Hamlet, clássica peça de Shakespeare, além de referências diretas a artistas mulheres que deram um fim trágico à sua existência, como a escritora Virginia Woolf.
AVISO: Esta resenha pode conter algum Spoiler! Juro que evitei ao máximo!
Eu nunca escrevi uma resenha antes, portanto talvez não fique a melhor das resenhas, mas vou tentar passar minhas impressões sobre o livro, ok?

A EDIÇÃO:




A Edição que eu ganhei é a especial com capa dura, páginas com as bordas cor de rosa e não sei se na outra edição as páginas também tem algumas ilustrações, mas a minha tem. É o livro mais lindo que já tive. Achei a apresentação do livro tão bem feita que fiquei com vontade de andar com ele o tempo todo nas mãos.


RESENHA:




India Morgan Phelps, a Imp, é a protagonista da história. Ela sofre de esquizofrenia assim como a mãe e a avó sofreram no passado. Imp está escrevendo um livro com as suas memórias onde ela conta como conheceu Eva Caning, porém a própria garota já avisa que não tem certeza se todas aquelas memórias são reais. Ela assume logo de início que sua memória não é confiável, mas ainda assim ela diz que vai contar como se lembra.

Imp é louca, ela mesma se refere a si mesma como louca, mas ela tem uma forma de ver o mundo, de enfrentar a sua doença com bravura e através da pintura e da escrita ela tranforma seus pensamentos e sentimentos em algo palpável. No livro temos a oportunidade de ler dois dos contos escritos por ela: A Sereia do Oceano de Concreto e O Sorriso do Lobisomem.

"(...) Então é isso aí. Eu sou doida porque Rosemary era doida e teve uma filha, e Rosemary era doida porque minha avó era doida e teve uma filha (bem, teve alguns filhos, mas somente Rosemary deu azar é pegou a maldição). (...)"

Imp conversa consigo durante todo o processo de escrita do seu "livro", ela se questiona quanto a veracidade do que está contando. Embora ela acredite que seja real, muitas vezes demonstra incerteza quanto aos detalhes ligados a determinados pontos da sua história. Ela também faz várias reflexões e analogias sobre os efeitos de cada acontecimento na vida dela, mas também fala de um modo que se aplica às vidas de todas as pessoas.

"Fantasmas são essas lembranças fortes demais para serem esquecidas, ecoando ao longo dos anos e se recusando a serem apagadas pelo tempo. (...)"

O livro começa com um breve histórico da família Phelps, conta como um quadro (A menina submersa - Phillip George Saltonstall) mudou a vida de Imp, criando nela uma obsessão por sereias. Conhecemos alguns fatos da infância de Imp, trechos da convivência dela com a avó Caroline e a mãe Rosemary Anne, para então sermos apresentados a uma Imp adulta que conhece a futura namorada Abalyn.

Abalyn é transexual e o assunto é abordado de forma sutil e muito responsável no livro também. Ela trabalha escrevendo resenhas de jogos de videogame e  e foi por acaso que elas se conheceram e uma das coisas mais interessante no relacionamento das duas é como elas tentam apresentar seu mundo para a outra, respeitando os limites, mas aproximando seus universos. Abalyn trouxe segurança emocional para Imp, pelo menos até a chegada de Eva.

Eva Caning é sereia e lobo, é um dos muitos fantasmas de Imp e sua chegada tem um significado que até a última linha do livro eu não tinha compreendido. Imp precisava conhecê-la.

Em uma narrativa não linear são relatadas histórias do passado, assim como as da vida com Abalyn para que então Eva Caning apareça e coloque o mundo de Imp de cabeça para baixo. De acordo com a garota, ela conheceu Eva duas vezes, uma em Julho e uma em Novembro. E é na segunda vez que as coisas começaram a ficar confusas no livro e eu tive que várias vezes reler alguns trechos para entender o que estava acontecendo na cabeça da Imp.

"(...) E o mundo está cheio de sereias. Sempre há um canto de sereia que te seduz para o naufrágio. Alguns de nós podem ser mais suscetíveis que outros, mas sempre há uma sereia. Ela pode estar conosco durante toda a vida ou pode estar aí há muitos anos ou décadas antes de nós a encontrarmos ou de ela nos encontrar. (...)"

Além das referências que já foram citadas na sinopse do livro, muitas das quais não conheço, mas estão numa lista para pesquisas futuras e então uma compreensão maior do universo de A Menina Submersa, Caitlin criou dois artistas que são importantíssimos para a história, mas ela fez isso tão bem que foi impossível não pesquisar sobre eles no Google acreditando que eram reais, e a surpresa agradável foi encontrar reproduções feitas por artistas das principais obras citadas. Phillip George Saltonstall e August Perrault são criações de Caitlin, mas você pode encontrar as ilustrações feitas por Michael Zulli (The Drowning Girl e The Girl on a River, pinturas de Saltonstall) e por Matthew Jaffe (Fecunda Ratis de August Perrault) na galeria que criei no Pinterest.

Os diálogos, embora não sejam muitos, são maduros, mas sem distanciar as personagens de pessoas comuns. Conseguimos identificar sentimentos humanos nesses diálogos como insegurança, tristeza, prazer, sem contar as dificuldades na convivência com uma doença mental. As personagens são bem construídas, então de certa forma, me senti conhecendo-as, já que mesmo com o desenrolar da história, as mudanças notadas se devem ao tempo e às experiências vividas por elas e não por contradições ou falhas da autora na construção das suas personagens. Elas amadurecem durante o livro.

O livro é ótimo e avaliei com 5 estrelas porque eu simplesmente me apaixonei pela escrita da Caitlin onde por vezes me senti dentro da cabeça e da loucura da Imp, ou então senti a Imp na minha cabeça, tendo que interromper a leitura que não é nem um pouco leve, muito pelo contrário, é um livro pesado e que não dá para se ler numa sentada só, ele precisa de dedicação e disposição para sentir como Imp, para enxergar com os olhos dela. É preciso empatia para ler A Menina Submersa - Memórias.


"- Seu coração é frágil, Inverno India Morgan. Seu coração é uma loja de louça e o mundo é o touro dentro dela. Seu coração é feito de vidro."


E vocês? Já leram esse livro ou algum outro sobre o assunto? Me contem! E por favor, me ajudem me contando o que acharam da minha primeira resenha.

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quarta-feira, 23 de março de 2016

Comprei um quebra-cabeça.


Eu sempre quis comprar um quebra-cabeça depois de adulta, mas tinha medo daqueles gigantes de mais de 1000 peças, então venho postergando essa aquisição até que encontrei esse na Rihappy e foi amor a primeira vista.

A idéia é comprar uma moldura para ele, pois tenho um plano de montar uma espécie de Gallery Wall no meu quarto, então como nunca consegui dar início à execução dessa idéia, encontrei no quebra-cabeças uma ótima oportunidade para começar minha pequena galeria.

As informações sobre o brinquedo estão bem claras na foto. 500 peças para montar uma imagem linda das princesas Disney. As pecinhas  são, segundo a embalagem, de tamanho normal, mas como não tive quebra-cabeça de mais de 100 peças não tenho como avaliar. Como vocês podem ver na foto abaixo, as peças têm o tamanho aproximado de uma moeda de 1 real!


Devo iniciar a montagem dele na próxima semana, já que durante essa semana estou trabalhando durante a noite e, durante o dia (depois de dormir) eu ainda tenho algumas pendências para resolver. Depois do feriado, deve sobrar algum tempo para iniciar a montagem e também colocar algumas outras idéias em prática. Siim! Temos novidades a caminho!
Posso dizer que estou bem animada!

Vocês gostam de quebra-cabeça? Já montaram algum? 

Até mais!



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terça-feira, 15 de março de 2016

Como eu sobrevivi uma semana sem smartphone

Imagem daqui


Olá!
Fiquei uma semana sem meu celular porque precisei levá-lo à Assistência Técnica Autorizada e a experiência, ao contrário do que pareceu num primeiro momento, foi boa!
Tenho um Motorola Moto G2 (ou Segunda Geração) que é meu xodó e possui diversas funções no meu dia-a-dia, e por isso resisti muito antes de deixá-lo para conserto, levando apenas quando não tinha mais jeito mesmo. Segue uma listinha com tudo o que ele é:

  • Telefone (e a gente só percebe que faz falta ligar para alguém quando precisa e não pode!)
  • Câmera (é tão mais fácil carregar um celular do que uma câmera semi-profissional que ainda nem consigo usar direito)
  • Relógio (não consigo usar relógios de pulso ainda)
  • Calculadora
  • Agenda e Bloco de Notas
  • Computador (Google Docs, Google Chrome, etc rs)
  • Dicionário (Sempre tem aquela "googlada" que a gente dá quando não lembra como escreve ou qual o significado de alguma palavra)
  • Tocador de músicas
  • Netflix haha
  • É do celular e no celular que eu guardo as idéias de posts e também posto aqui no blog.

Logo, eu sou dependente desse aparelhinho e não tinha me dado conta ainda! Mas mesmo sem ele, eu sobrevivi! Quer saber como foi?

Passei a maior parte dos dias na praia com meus pais, então tinha o fator viagem a meu favor. Mas vamos fazer aqui uma lista (sim, sou a louca das listas) de coisas que fiz e que fizeram esse tempo ser até melhor do que se o celular estivesse comigo.

O que você pode fazer sem seu smartphone:


1. Ler
Imagem daqui

Comecei um livro que ganhei de amigo secreto ano passado e como minha leitura estava atrasada, ainda estava na fila (com mais uns 10 livros). Li muito na rede e antes de dormir lá na praia, aqui em casa foi mais a noite também e no transporte público quando precisei utilizar. Não ter o celular me ajudou, pois eu sempre encontro o que fazer no celular o que me impede de colocar a leitura em dia as vezes, ou de me concentrar no livro.
Sobre o livro? É ótimo, e já estou planejando escrever a resenha dele aqui no blog. Vai ser minha primeira resenha, então estou animada e ansiosa!


2. Viajar  / Passear


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Fui para a praia e aproveitei muito sem a vontade de ficar mandando fotos para os amigos, ou para as redes sociais. Conheci o centro da cidade de Itanhaém que ainda não conseguia e prestei atenção no passeio. Lógico que não viajaria ou ficaria passeando sem celular sozinha, pois tenho medo de precisar falar com alguém e não poder... Percebi que muitas vezes não conversamos com quem está conosco num passeio ou viagem por estarmos conectados o tempo todo, além disso, mesmo com o celular eu já estava experimentando tirar menos fotos e enxergar mais as coisas com meus olhos . Adoro tirar fotos, acredito e entendo que gostamos de guardar o máximo de recordações possível e também gosto, mas precisamos viver o que estamos fazendo ao invés de gastar tanto tempo atrás da foto perfeita, algumas vezes isso tira todo o encanto do passeio. Levei minha câmera, mas por ser um pouco grande, ela não foi comigo para todo canto. Ela vai entrar no próximo ítem.

3. Aprender algo novo ou aperfeiçoar algum conhecimento

Imagem daqui

No meu caso eu tenho 2 atividades que preciso aperfeiçoar. A fotografia, que eu gosto muito e até cheguei a comprar uma câmera, porém não consigo utilizar o melhor dela. Passei algum tempo treinando os modos da câmera, fotografando o jardim, os pássaros, meu cachorro, minha mãe <3... Não passei essas fotos para o computador, então não tenho como colocar aqui ainda!
A outra atividade é a direção, não vou descrever minha dificuldade aqui, pois daria mais um texto gigante (além desse), porém aproveitei o tempo que tinha livre e em que não ia arrumar NADA para fazer no celular já que não estava com ele e fui dar umas voltas de carro com meu pai. Ainda não estou dirigindo sozinha, mas deu para aprender algumas coisas.
Dá para aprender qualquer coisa ou treinar algo que a gente as vezes vai procrastinando e acaba abandonando por achar que não tem tempo quando na verdade estamos empregando muito tempo para utilizar o celular.

4. Fazer uma faxina / organização

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Sabe aquela gaveta que está cheia de papéis antigos e que a gente fica enrolando e enrolando para arrumar? Então, essa é uma ótima oportunidade para resolver essas pequenas pendências que a gente negligencia porque é muito mais divertido ficar jogando no celular, ou olhando redes sociais ou qualquer outra coisa que encontramos para fazer nessa caixinha mágica.
Eu fiz uma limpeza no meu quarto e organizei parte dos meus documentos que estavam numa gaveta junto com muitas coisas que precisavam ser jogadas no lixo.
Isso serve para qualquer coisa que não queremos fazer e ficamos procurando desculpas para adiar.

5. Fazer NADA!

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Sim, isso mesmo. Quantas vezes a gente de fato para, deita e fica sem fazer nada? Só "preguiçando" sem televisão, sem celular, somente conectados com nossos pensamentos, idéias, sonhos? Está cada vez mais raro, ainda mais com a quantidade de obrigações e distrações disponíveis.
Eu passei bastante tempo na rede, no sofá, na cama... E foi ótimo para sair da rotina. Relaxei a mente, desacelerei, me permiti fazer nada por algum tempo! Merecemos descanso de verdade.


Bem, aí estão algumas coisas que consegui fazer melhor sem o celular. Dá para fazer muita coisa. 
Eu já tinha estabelecido na lista de 101 coisas em 101 dias que ficaria durante 1h por dia durante 3 meses sem usar o celular em casa, ainda não comecei a fazer isso de verdade, mas acredito que agora já sabendo a quantidade de coisas que posso fazer sem ficar checando todas as notificações que chegam, estou planejando iniciar logo essa meta e tornar um hábito.
Junto com isso aprendi que muitas vezes acho que não tenho tempo para fazer as coisas, mas na verdade falta um pouco de organização e disciplina para deixar o celular de lado e ir fazer coisas diferentes. Fica meu desejo de uma vida mais offline.

E por hoje é isso!
Até mais.

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sábado, 5 de março de 2016

Fiz aniversário!

Imagem daqui
Dia primeiro de março completei 26 anos e isso merecia uma postagem. Não foi uma semana muito animada, mas, ainda assim, não há como mudar minha forma de lidar com a passagem dos anos.

Para mim, fazer aniversário é sempre motivo de alegria! Não tenho nenhum problema com o fato ficar mais velha, pois todo ano vivido é um amontoado de novas experiências e aprendizado. Todos os anos trazem momentos com os velhos amigos ou novos amigos que podem ficar para sempre, ou apenas durante uma fase (o que não é de todo ruim!) onde farão a diferença. Alguns anos trazem muito menos do que levam, mas ainda assim depois que passa, e não importa o tempo que leve para passar aquilo que entristece, nós ainda conseguimos aprender algo.
Fazer aniversário é renovar esperanças, é (ou pelo menos deveria ser) subir de nível, ganhar estrelinhas na sabedoria. É fazer um upgrade e a expectativa é que a nova versão seja melhor que a anterior, pois sempre há como melhorar. SEMPRE!

Eu gosto de pensar em ciclos e, na minha opinião, fazer aniversário é completar um ciclo mais importante do que a própria virada de ano onde mudamos o ano do calendário. "Aniversariar" é mudar o ano da nossa alma, da nossa vida. É quando uma fase se encerra e começa uma nova etapa. Dia 1 eu comecei o 26º ciclo.

No último ano eu passei por bastante coisa. Tomei decisões importantes, chorei muito, sorri muito, aprendi demais. Mantive o que acredito que está correto e lutei contra fantasmas e monstros. Comecei a terapia que está me ajudando a me conhecer melhor e melhorar aquilo que não está muito bom. Aprendi que muitas vezes o melhor é calar, enquanto em um número incontável de vezes temos que respirar fundo e falar, colocar o que está incomodando para fora, dar aquela opinião, fazer aquele desabafo. Entendi que, infelizmente, não podia confiar em tanta gente como eu costumava fazer e que algumas vezes o amparo vem de onde menos esperamos, então não dá para desconfiar de tudo. É um olho no peixe e outro no gato, mas sem surtar. Manter por perto aqueles que somam e ficar a uma distância segura daqueles que só sugam sem agregar.

Este ano acredito que estou melhorada. Não tive uma semana muito fácil, como já disse, mas estou cheia de expectativas pelo ano que chegou. Comecei o ano com projetos e sonhos. Além de estar aprendendo a lidar com questões importantes e que preciso resolver, embora já não tenha pressa. E o principal, aprendendo a me respeitar e aos meus limites, o que está me fazendo bem.

O tema desse ciclo é sonhar e realizar.

Como planejado, consegui sair para almoçar com alguns amigos como uma breve comemoração e ainda estou comemorando meu aniversário, inclusive estou comprando um presente que, em breve, assim que tudo estiver resolvido, contarei aqui.

Por enquanto é isso.
Até mais.

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