quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pode ir, 2016!

O que dizer de um ano que mais pareceu uma montanha russa? Alternando momentos de pura alegria ou conquistas com momentos em que parecia que o mundo estava decidido a acabar comigo? 2016 trouxe coisas boas, mas também me deu vários 7 a 1 e eu não sabia nem como começar essa postagem. Sério!

No final do ano passado eu decidi não fazer uma lista muito grande com resoluções de ano novo porque me conheço e sabia que caso eu não realizasse muitas coisas eu ficaria muito triste (como aconteceu em 2015), então me propus somente a tentar todos os dias ser uma pessoa melhor, lutando pelas coisas que eu acreditava e trabalhando para alcançar as metas que eu desenhasse.

Comecei o ano cheia de idéias, inclusive voltei a escrever, o que foi uma coisa fantástica para mim que estava fora desse mundo havia algum tempo, mas morrendo de vontade de voltar! Com o blog eu pude retomar o projeto 101 coisas em 1001 dias que virou uma lista de resoluções de vida nova onde, já ciente de que não vou cumprir tudo, eu escrevi coisas que tenho vontade de fazer, mas sabendo que é só um guia e não uma obrigação e a coisa vai bem no projeto, estou feliz com as minhas conquistas. Falando no projeto, saltei de paraquedas. Nem vou comentar o quanto isso foi importante, desde o fato da superação do medo, a descoberta de uma Aline radical e aventureira hahaha até o fato de ter sido uma experiência incrível com amigos especiais!

2016 foi o ano em que realizei o sonho de conhecer Orlando, eu sei que devo os posts da viagem aqui e em algum momento da vida eu juro que vai sair algo, mas ainda não consegui escrever nada! Sobre a viagem eu não tenho palavras para descrever como tudo foi mágico e perfeito. E como me fez bem e me ensinou coisas. Sem contar que viajei sozinha, o que por si só já foi uma aventura! Descobri que consigo andar em montanha russa e até mesmo gostar desse "trem". Aprendi que a única pessoa que sabe o que e quando devo fazer algo sou eu mesma...

Show de Fogos de Halloween - Hallowishes

Foi neste ano que decidi que ia dirigir, fui atrás de aula e hoje estou dando minhas voltinhas de carro. Como já disse antes, essa conquista tem um peso importante por ter sido algo que eu queria muito, mas que passei a maior parte do tempo deixando a pressão das outras pessoas me atrapalhar. Hoje, embora eu não vá muito longe AINDA eu já consigo sair de carro para resolver minhas coisas e isso me enche de alegria, porque é libertador.

Fui bastante ao cinema, embora não tenha escrito sobre todos os filmes que vi, foram muitos, comparado com anos anteriores. E falando em filmes eu finalmente assisti Star Wars porque eu não sabia nada desse universo até pouco antes de viajar, inclusive chamava os Stormtroopers de Darth Vader Brancos (não me julguem), mas agora posso até falar do assunto, falta apenas o Episódio 7, porque até o Rogue One eu fui ver no cinema. Que a força esteja com vocês! Li até que bastante considerando meus maus hábitos durante o ano e todo o drama que vivi, pois é. Eu até escrevi algumas (duas) resenhas das quais me orgulho bastante e tem mais para sair. E ainda no campo das artes, eu pude ver o FANTÁSTICO MARAVILHOSO musical Wicked.

Olha os Darth Vader branco ai!

Além disso eu tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, pessoas que dividiram um sonho comigo e que me ajudaram a realizar o meu sonho, que mesmo sem se conhecer direito se ajudou e tornou tudo ainda mais especial. Pude me reaproximar de pessoas que eu amo, mas que estavam distantes por motivos de "a vida adulta" e também passei muito mais tempo com meus amigos de fora do trabalho, porque com a loucura que é trabalhar em turno de revezamento eu vinha passando cada vez menos tempo com eles.

No trabalho eu vivi momentos onde conquistei coisas importantes e fui reconhecida pelas minhas entregas, comecei a aprender uma área nova dentro do meu processo, fui indicada para ser auditora interna o que enriqueceu bastante meu conhecimento do sistema de gestão da empresa e também ganhei responsabilidades dentro das demandas da área. Ainda assim passei um bocado de perrengue e inseguranças. Acredito que faz parte, deve ser etapa importante para amadurecer... Sei lá.

Comecei pela parte boa porque sou grata demais por tudo de incrível que me aconteceu, mas teve muita coisa ruim. 2016 foi o ano em que mais chorei, em que mais me senti sozinha, perdida. Eu descobri da pior forma que algumas pessoas não eram meus amigos de verdade. Eu abandonei metade dos meus projetos, eu tive que chegar ao fundo do poço para aprender certas lições. Passei mais de 50% do ano me sentindo muito mal, insegura, incapaz. E isso é horrível. Eu boicotei a terapia (e de certa forma ainda estou fazendo isso, mas estou tentando parar de fazer), eu estive desmotivada grande parte do ano. Eu não encontrei abrigo em muitas das vezes em que precisei e isso me tirou o chão. É muito ruim você sempre ser a pessoa que reclama e muita gente não conseguia entender eu estar planejando uma viagem dos sonhos e enquanto dizia que não estava feliz com a Vida, mas a Vida é todo um conjunto de engrenagens que precisam funcionar juntas, a gente lida bem com uma ou outra rodando meio "zuada", mas quando as engrenagens ruins são maioria o negócio para de funcionar e a gente entra em pane. Eu tive que lidar com falta de empatia, com gente me colocando pressão o tempo todo sem prestar atenção e ver que eu estava prestes a entrar em crise.

Saindo da minha vida, tivemos que lidar no geral com ódio gratuíto distribuido nas ruas e redes sociais, o que me afeta de forma gigantesca também. A intolerância "correu solta" durante esse ano e as pessoas mais pareciam selvagens lutando sei lá por que razão. 2016 foi pesado, eu me esforcei MUITO para não me envolver em brigas de facebook porque tinha hora que o sangue fervia e eu nem estava discordando da opinião da pessoa, mas da forma como ela estava tratando o outro, mas ainda assim precisava largar o celular e ir respirar longe dele.

Mas tudo bem, o importante são as lições que ficam, algumas coisas ainda me machucam muito e eu espero cuidar delas agora no ano que chega. 2016 chegou e me pegou tentando acertar a vida, ele bagunçou ela mais um pouco, mas me deu umas coisas boas para lembrar pra sempre. Ainda não pensei muito sobre o próximo ano, acredito que devo fazer isso até o final da semana, sem criar expectativas gigantes eu pretendo traçar um norte para seguir. A idéia de tentar ser uma pessoa melhor no ano que chega é a mesma! SEMPRE.

Que 2017 seja um ano BOM. Que tanto para mim quanto para vocês seja um ano de conquistas e paz interior, que os sonhos possam ser sonhados e realizados e que tenhamos saúde para alcançar nossos objetivos. E que o amor sempre vença em nossos corações, tanto o amor pelas pessoas como pelo nosso trabalho e por nossas vidas. Que nossa maior riqueza seja o montante de momentos bons que vamos dividir com pessoas especiais ♥

Adeus ano velho!

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sábado, 24 de dezembro de 2016

Então é Natal

Vai chegando essa época do ano e a gente começa a perceber as pessoas que são mais Natal ou mais Ano Novo. Sempre fui mais "Natal", embora eu goste daquele clima de renovação que vem com a virada de ano, o Natal me dá uma sensação tão quentinha de que tudo vai ficar bem.

Photo credit: Foter.com / CC0
Na minha casa, não é um costume fazer aqueles banquetes com a família toda no final de ano, então nunca atribui esse sentido da comilança para o Natal, o que mais gosto é o clima que começa na metade de Novembro e vai até o final do ano em que as pessoas se tornam mais generosas, gentis e amáveis. É toda a atmosfera de harmonia que parece tomar conta dos corações de todos nós, meros mortais. Eu particularmente fico mais emotiva e amando toda essa onda de vermelho, verde, dourado e luzinhas que iluminam tudo o que a gente vê.

Mesmo sem toda aquela festança eu aprendi que o mais importante é estar com quem a gente gosta, seja a família, os amigos, os agregados ou todo mundo misturado. Não importa quanto a gente vai comer ou quantos presentes vai ganhar, mas sim quantos abraços sinceros vamos ter a oportunidade de dar e receber quando chegar a hora.

O post é curtinho, mas é apenas para deixar aqui meus votos de um Natal maravilhoso para todos vocês que estiveram aqui durante esse ano. Que a doçura do Natal permaneça em suas casas e corações e que seja o primeiro de muitos que passamos "juntos".

Poder acreditar que as pessoas podem sim ser boas, que há amor no coração de todos nós mesmo após um ano pesado como foi 2016 é o que renova nossas esperanças para o próximo ano. Todos os Natais eu renovo meu pedido para que o tal espírito natalino não se perca após o almoço de Natal. É pedir muito? Eu sei que sim, mas eu tenho fé que um dia Papai Noel vai conseguir entregar em todas as casas um pouco desse quentinho no coração que faz com que nos tornemos melhores nessa época do ano para que fiquemos assim sempre.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

101 em 1001: Sobre dirigir sozinha

Esta postagem faz parte do projeto 101 coisas em 1001 dias. Para acompanhar as outras postagens é só clicar na categoria do projeto. Uma das minhas metas é fazer uma postagem para cada meta concluída. Hoje vamos falar sobre essa meta aqui: 10. Dirigir Sozinha


Vou contar uma história para vocês conseguirem entender o quanto escrever essa postagem é importante pra mim. Porque pra muita gente dirigir é uma parada muito fácil, só que pra mim não era, na verdade ainda não é, mas tudo bem... Enfim, preciso contar as coisas do começo aqui para mostrar todo o caminho percorrido. Então sim, desculpem o termo que vou usar agora, mas to feliz pra caralho!



Eu sou habilitada desde 2011 (o que significa que já renovei minha CNH), porém quando tirei a carteira de habilitação eu tentei dirigir o carro do meu pai e a coisa não rolou muito bem e acabou comigo falando o seguinte: "Eu NUNCA MAIS vou dirigir seu carro, pai!" Promessa essa que eu cumpri. Só que eu também não comprei um carro durante muito tempo, e como não tinha problema em sair de ônibus porque o carro era um conforto e não uma necessidade o tempo passou e eu não dirigi nem pra colocar o carro "mais pra frente" na garagem.

Em 2014 meu pai resolveu trocar de carro e eu tinha uma grana guardada e ele me ofereceu o carro dele por um preço que considerei bom então comprei! Ainda assim eu não sai dirigindo o carro porque eu não sabia mais como dirigir, sério, eu tinha medo e não tinha dirigido né? No começo foi falta de tempo, eu estava trabalhando 12 horas por dia e chegava em casa querendo banho, janta e cama. Depois um amigo me deixou dirigir o carro dele e mesmo com medo eu fui e não foi tão ruim, mas pegar meu carro que era bom, nada.

Comecei a sair com meu carro e meu pai em 2015 e no começo foi difícil porque meu pai não tinha muita paciência e eu também não sou a pessoa mais fácil de lidar do mundo então demorou um pouco pra gente se acertar, ainda assim eu não fazia tanta questão porque eu fazia tudo de ônibus na boa, até o dia que tentaram me assaltar na porta de casa e eu parei de sair depois que escurecia (só ia trabalhar) por medo. Então dirigir virou uma necessidade pra eu poder sair a noite. Mas eu ainda não tinha muita confiança e por mais que eu pegasse o carro de vez em quando, minha insegurança não deixava eu progredir. Minha preguiça também não.

O ano de 2016 começou com uma promessa, eu prometi que não ia comer pão (no caso os lanches com pão, torrada, essas coisas) enquanto não começasse a dirigir sozinha ou então que ficaria 6 meses sem pão porque eu tinha a viagem marcada e não queria viajar sem poder comer lanche, e a viagem me fez querer mais ainda dirigir porque queria alugar um carro (acabei comendo pão antes de dirigir, só pra adiantar o assunto). Só que eu tinha muita dificuldade para dirigir e parece que o fato de poder sair a hora que eu quisesse com meu pai fazia com que eu ficasse com preguiça, o que só foi resolvido quando eu resolvi fazer aula para habilitadas.

Comecei minhas aulas em julho com uma instrutora linda que eu queria levar pra morar na minha casa de tão amor que ela é. No começo eu ainda tinha muito medo, mas depois comecei a fazer as aulas no meu carro até que chegou o dia em que ela falou que eu faria aula dirigindo sozinha seguindo o carro dela. Eu fiquei tão pilhada que até troquei a data da aula achando que era um dia antes haha. Fiz a aula e foi muito mais tranquilo do que imaginei que seria. Era minha primeira vez sozinha no carro e deu tudo certo! Considerando que sou ansiosa e desesperada eu imaginava um milhão de coisas que poderiam acontecer, mas deu tudo certo! No dia seguinte (09/12/16) eu fui sozinha até o shopping buscar meus pais. Sai de casa com medo, mas fui, consegui chegar lá rapidinho e foi muito especial. Um passinho pequeno, mas que pra mim tem um significado imenso.

Durante muito tempo eu ouvi das pessoas que eu era boba, que eu devia dirigir e muitas outras coisas que para quem fala é muito simples, mas o bloqueio que eu tinha com relação a isso era gigantesco, eu tinha muito medo, eu me sentia insegura e as pessoas não entendem como é viver com uma insegurança que por vezes te paralisa, eu achava que era horrível no volante e que todo tipo de tragédia poderia acontecer (olá, ansiedade). Junto com tudo isso eu percebi que a pressão das outras pessoas era meu maior limitante, porque me deixava ainda mais para baixo, eu me sentia muito mal quando ouvia todos falarem o quão fácil era e pra mim não era nem um pouco. Por isso foi importante eu parar de me preocupar com o que os outros estavam falando e esperar MEU TEMPO para que as coisas acontecessem. Não se tratava de me acomodar, mas de me respeitar, de entender que só eu poderia saber a hora de fazer isso assim como qualquer outra coisa. Algumas coisas não podem esperar o meu tempo, mas outras podem e para essas eu decidi me permitir não enlouquecer antes da hora, ou melhor, em hora nenhuma!

Agora é ir treinando e me desafiando a ir cada vez mais longe. Toda essa saga do volante me fez entender que só eu posso saber quando é hora de fazer certas coisas, principalmente quando essas coisas só afetam a minha vida. Não posso deixar que a pressão das outras pessoas me atrapalhe, me assuste ou me deixe mal. Mesmo porque sempre vai ter alguém para dizer que eu deveria fazer as coisas de outra forma, não dá pra mudar o rumo toda vez que isso acontecer, não é? Quero poder contar aqui das minhas novas aventuras com o carro e espero que elas sejam muitas! Estou feliz agora e espero continuar assim, conquistando um pouco de cada vez, ao infinito e além.




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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Eu fui ver Wicked!

Desde sua estréia em Março, o musical entrou para a minha "lista" de desejos porque (1) eu nunca tinha assistido um musical; (2) fazia uma vida que eu não ia ao teatro e isso é sério, nem lembro da última vez, tanto que ir ao teatro virou uma meta na lista de 101 coisas e (3) li O Mágico de Oz no final do ano passado e AMEI, sem contar minha relação de amor e ódio com a Zelena de Once Upon a Time. Tudo isso ai misturado me fez decidir que eu PRECISAVA assistir Wicked: A história não contada das Bruxas de OZ.

O musical, composto por Stephen Schwartz e Winnie Holzman é baseado no livro Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West escrito em 1995 por Gregory Maguire, que é uma releitura de O Mágico de Oz. Wicked é um blockbuster da Broadway e possui diversas produções internacionais, inclusive já foi visto por mais de 48 milhões de pessoas no mundo.


Foto: Divulgação

Fui assistir com um amigo no último domingo (dia 27/11) após uma espera imensa e a tomada definitiva de decisão de que desse dia não passaria, o Felipe acabou se interessando pela idéia de assistir um musical depois de eu insistir tanto com ele. Mas no fim ele também gostou bastante do que viu. De fato, não tinha como não gostar do espetáculo, porque é INCRÍVEL! Fomos assistir a sessão de domingo as 15h e adoramos!


Foto: Divulgação

A história começa antes da chegada de Dorothy às terras mágicas de OZ e conta como Glinda e Elphaba se conheceram na faculdade e se tornam amigas, mesmo que no início isso pareça impossível, já que "de cara" a personalidade das duas faça com que se odeiem! Inclusive,  a música "Ódio" não saiu da minha cabeça haha. Para ver o vídeo de divulgação clique aqui. Glinda, ainda chamada Galinda (durante a história vocês ficam sabendo por que ela muda seu nome) é uma jovem popular, ambiciosa, cheia de gírias e expressões tanto ao falar quanto em seus gestos. Eu poderia dizer, inclusive, que ela é feita de glitter. Já Elphaba, nasceu verde e sofre com a rejeição do pai, mas possui a personalidade marcante por saber dos seus sonhos e estar disposta a lutar por eles sem se importar tanto assim com o julgamento dos outros (talvez por já ter acostumado), embora sofra com isso, ela aprendeu a seguir em frente mesmo assim. Desafiando a lógica elas se tornam amigas pouco após a chegada de Fyero, que ganhará o coração das duas, mas isso vocês só vão saber direitinho assistindo ao musical, ok?

Devido ao seu talento para a magia, Elphaba é convidada a conhecer Oz e leva Glinda com ela, onde o destino das garotas é selado e elas são forçadas a se separarem. Parte da história conhecemos de "O Mágico de Oz", ainda assim, o final é surpreendente e eu não vou contar, não é?

sFoto: Divulgação
No Brasil, os papéis de Elphaba, Glinda e Fyero são interpretados por Myra Ruiz, Fabi Bang e Jonatas Faro. De acordo com o site Guia da Semana, a equipe do exterior pediu para que o espetáculo brasileiro não fosse uma réplica gringa, mas que tivesse a cara do Brasil, onde os atores colocasse toda sua brasilidade nas coreografias e interpretações, o que eu consegui sentir lá da platéia, através do gingado e expressões que usamos por aqui em terras tupiniquins.



Wicked me ganhou de uma forma que eu queria muito conseguir ver mais uma vez antes do fim da temporada. SÉRIO! Eu tinha visto os musicais d'A Pequena Sereia , Procurando Nemo e Rei Leão quando estive em Orlando que foram minhas primeiras experiências com musicais, embora sejam shows menores (em duração) são lindíssimos também. Porém Wicked foi de uma grandiosidade que estou desde o dia que fui (27/11) cantando e ouvindo as músicas disponíveis no YouTube.

O espetáculo mistura muitas questões importantes como preconceito, a busca pelos sonhos, amizade, amor, sobre aceitarmos quem somos, passa pelos dramas familiares, mas sem deixar de ser divertido e muito bem humorado. A produção é fantástica e o figurino? Meu Deus o que são aquelas roupas? O atores parecem nascidos para esses papéis, a Fabi faz a Glinda brilhar ainda mais enquanto a Myra nos faz sentir toda a força da Elphaba. Já o Jonatas Faro virou um "príncipe" herói como Fyero, Sério, estou apaixonada!

O Teatro Renault, onde Wicked está em cartaz, é muito bonito e a estrutura é bem legal (não posso comparar com outros ainda), mas pretendo voltar lá em outra oportunidade, isso se não voltar ainda esse mês haha. Aparentemente todos os lugares apresentam uma boa visibilidade do palco, Minha única queixa é sobre o sistema de compra de ingressos pelo site Tickets For Fun que seleciona autimaticamente os assentos. Entendo que seja para evitar cadeiras vazias no meio das filas, mas ele poderia mostrar as opções disponíveis respeitando essa regra e nos deixar escolher entre elas, porém depois de uma luta para encontrar lugares que eu considerasse bons, gostei bastante do meu lugar.

No Saguão (chama assim?) do teatro está a "loja" do espetáculo que tem umas coisinhas bem legais, como chaveiros, canecas, camisetas, entre outras coisas e como eu sou a LOUCA DOS SOUVENIR comprei uma caneca após o musical, mas fiquei muito tentada a comprar um chaveiro que tinha lá e que eu amei, mas dinheiro não dá em árvore infelizmente (triste realidade).



Para quem ficou com vontade de assistir, ainda dá tempo! O musical ficará em cartaz até dia 18 de dezembro com apresentações de quintas e sextas às 21h, sábados às 16h e 21h e domingos às 15h e 20h. Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro Renault que fica na Av. Brigadeiro Luís Antonio, 411 na República na cidade de São Paulo e também pelo site Tickets for Fun e os valores das entradas inteiras variam de R$50 a R$280.

Alguém mais já viu Wicked? Ou algum outro musical que gostaria de indicar? Estou ansiosa para o que virá ano que vem para São Paulo ano que vem!

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