quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Sobre saltar de Paraquedas.

Sim, essa sou eu!

Esta foi a primeira meta do desafio que consegui concluir, como expliquei anteriormente, quando a lista ficou pronta, eu já estava com o salto encaminhado... Agora senta, que lá vem história:
Sabe aquela coisa que você tem muita vontade de fazer, mas acaba enrolando e nunca faz?
A primeira vez que considerei a ideia de saltar de paraquedas foi em 2013 quando fiz um amigo que já tinha saltado e logo em seguida uma amiga nossa saltou, o problema é que eu sempre morri de medo de altura (pois é). Ainda assim, deixei essa vontade na lista de coisas para fazer antes de morrer! E como pretendo viver muito, não pensei mais nela.
Eis que a Deisy, minha melhor amiga (coloque um coração aqui!) fez aniversário dia 20 de fevereiro e teve a idéia de comemorar com um salto de paraquedas, me convidou e eu aceitei, pois além de ser algo que eu queria, mas não tinha coragem, seria uma experiência muito especial para dividir com ela, Foi o empurrãozinho que me faltava. Fomos eu, ela e o namorado dela.

Mas Aline... Como faz para saltar de paraquedas?

Saltamos no sábado, dia 20 de fevereiro. Não sei falar como funcionam todas as escolas de paraquedismo, mas fizemos um pré agendamento do horário em que chegaríamos lá e um depósito com um sinal para garantir o agendamento. Tudo isso foi a Deisy quem fez por e-mail diretamente com a escola.
O salto ocorre em Boituva, no interior de São Paulo, onde fica o Centro Nacional de Paraquedismo. Há várias escolas no mesmo local e a escola que saltamos foi a mesma que meus dois amigos já haviam saltado. Fomos para lá de ônibus, saindo da Barra Funda (aqui em São Paulo). O trajeto até Boituva durou pouco menos de 2h e a empresa que faz esse trajeto é a Vale do Tietê.
Chegando na rodoviária de Boituva fomos de táxi até o local onde ficam as escolas de paraquedismo, a corrida custou R$20,00 e durou menos de 15 minutos. Na escola preenchemos a ficha, assinamos o termo de responsabilidade e escolhemos o pacote que queríamos (conto mais depois) e como chegamos cedo, fomos inseridos na próxima turma. Em seguida nos deram as roupas e fomos apresentados aos nossos instrutores que já passam as orientações sobre o salto, então há a gravação do vídeo antes do salto e a espera pelo embarque no avião.
O salto ocorre em em grupos que embarcam no avião em duplas, aluno e instrutor, nosso grupo tinha 7 alunos e seus instrutores. O avião sobe até uma altura de aproximadamente 3000 metros (já falei que morro de medo de altura?) e então quando é o momento oportuno, começam os saltos um a um.


Antes do salto.

E o salto?

Ao saltar do avião, seguindo todas as recomendações do instrutor, começa a queda livre que dura quase um minuto, embora pareça bem mais, de acordo com o site da escola, a uma velocidade média de 200 km/h. A navegação com o paraquedas aberto foi de pouco mais de 5 minutos.

O que eu achei da experiência? Fantástica! Como eu já disse anteriormente, sempre morri de medo de altura, então quando vi a porta do avião aberta confesso que deu medinho, mas ainda assim estava empolgadíssima para curtir a experiência, Quando saltamos, durante a queda livre, demorei para curtir de verdade a queda e não conseguia abrir o olho (haha), pois é muito rápido e o vento dá uma sensação estranha no começo, mas consegui abrir o olho e curtir a sensação por tempo suficiente, já que é um minuto que parecem cinco! Com o paraquedas aberto, dá para aproveitar a vista que é linda em Boituva, onde o céu é lindo de azul e pelo que o instrutor me falou, lá é muito difícil o tempo estar ruim e essa é a razão para que os saltos ocorram lá.

Com o paraquedas aberto


Depois de finalizado o salto, aguardamos uma hora aproximadamente para pegarmos o vídeo e as fotos, pois nosso pacote incluía um vídeo feito pelo instrutor e um pacote com todas as fotos tiradas com uma câmera que bate uma foto a cada 30 segundos, eu recebi cerca de 500 fotos, mas nem todas são de fato fotos válidas, já que quando o instrutor estava, por exemplo, acertando o equipamento, a câmera continua batendo fotos e apareceram fotos do meu cabelo, mas há varias fotos legais, sem contar o vídeo que é editado na hora, tem uma boa resolução e é uma lembrança desse dia que foi muito especial, pois estava com pessoas que gosto e realizando algo que acreditei nunca ter coragem para fazer.

Eu já quero ir outra vez, dessa vez sabendo o que encontrarei acredito que poderei curtir ainda mais o salto. Caso aconteça, eu conto aqui.

A sensação é ótima, a vista é linda e a cidade de Boituva é bastante agradável, mesmo que o nosso passeio por lá tenha sido rápido enquanto esperávamos para embarcar no ônibus de volta. Próximo à rodoviária tem uma sorveteria que eu esqueci o nome, mas que é muito boa e onde encontrei sorvete de Kinder Ovo que era uma lembrança da minha infância que eu nunca mais tinha provado. A única observação sobre ela é que lá a única forma de pagamento aceita é dinheiro mesmo, mas vale muito a pena conhecer! 


O post ficou enorme! Acredito ter falado do mais importante, porém se restarem dúvidas, fique a vontade para perguntar nos comentários.

Até a próxima.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

101 coisas em 1001 dias

imagem daqui

Este projeto é algo que já tentei antes, desde meu antigo blog, o Pisando em Nuvens, e com o blog novo e todas as coisas que quero realizar, acreditei ser válido iniciar mais uma vez este projeto que consiste na criação de uma lista com 101 metas possíveis, mensuráveis (ou com prazos) e que exijam algum esforço para serem alcançadas. 
Consegui finalmente completar a lista ontem e uma das minhas metas que era vontade antiga (faltava coragem mesmo) já estava agendada para ser realizada hoje que se tornou o dia inicial, e que já está atualizada na lista (que é uma página que eu criei para ela) e logo vou escrever um post contando como foi saltar de paraquedas.
Para elaborar a lista escolhi coisas que eu queria realizar, hábitos que eu quero mudar e que comecei estipulando prazos pequenos, mas com a intenção de torná-los rotina, li a lista da Fernanda e também desenterrei dos arquivos do Pisando em Nuvens algumas metas que ainda quero alcançar.
O post hoje é rápido e ligeiro. Para acompanhar o andamento do projeto, basta consultar a página com a lista ou acompanhar pelo marcador 101 coisas em 1001 dias.

Por enquanto é isso.
Até logo!

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Abrindo as janelas da casa nova

Mais um blog...
Eu poderia ter reativado um dos antigos, mas decidi criar um novo porque eu acredito no poder dos recomeços. Acredito na mágica do papel em branco, do caderno novo. Na empolgação de criar algo do zero.
Este ano de 2016 chega como um ano de mudança de hábitos, de renovação das esperanças e como dizem que aqui no Brasil o ano só começa após o Carnaval, nada como começar um blog para iniciar o ano mudando de atitude e retomando algo que gosto muito: a escrita!
Ainda estou organizando esta casa, mas esse será um lugar onde pode-se encontrar muitas coisas, desde dicas de livros, viagens, minhas aventuras na cozinha e também textos que escrevo quando meus pensamentos transbordam e não conseguem permanecer só na minha cabeça.
Não reparem na bagunça, estou abrindo as janelas para entrar um pouco de luz enquanto termino de arrumar as coisas por aqui.

Até mais!


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